Oiie gente ^^ essa semana começou (pelo menos pra mim) horrivel, pois tive problemas familiares e também o começo das aulas não ajudou muito. Então fiquei pensando no que postar hoje e pra falar a verdade tava sem idéia nenhuma, mas como Kami-sama éh muito bom Ele me fez fuxicar as coisinhas da minha onee-san (shuashua que feiioo Myu-chan e.e) e achei um livro sobre o Japão e nele tava escrito algumas crenças religiosas japonesas, e achei 2 interessantes e que são muito conhecidas aqui no Brasil (pelo menos pelos amantes da cultura japonesa) . E ai vai uma:
Maneki Neko, o gato da sorte
No Japão, o gato é um ser sagrado e ninguém ousa agredir um deles(aii ki lindo *-*), pois o imaginário popular criou lendas a seu respeito, tornando-o símbolo de sorte e fartura. Os japoneses têm o "Maneki Neko" como um dos amuletos da sorte mais usados e conhecidos no país, a ponto de existir em quase todas as casas e estabelecimentos comerciais. Acredita-se que sua presença atrai boa sorte, fortuna, saúde e proteção. O Maneki Neko é um gatinho branco, com uma coleira de guizos, sempre com as patas levantadas, como se estivesse fazendo um convite.
Num país onde a pesca predominava, os pescadores adivinhavam o clima e as condições da pesca a partir do comportamento do gato. Mas essa crença se tornou famosa no país por causa de três histórias.
Primeira: Em 1477, o samurai Ôta estava em combate contra o clã de Toyoshima, e se perdeu no perdeu no caminho, mas um gato começou a guiá-lo e o levou até um lugar seguro. No dia seguinte, armou emboscadas e, com isso, pôde derrotar o inimigo. Depois de alguns anos, o gato morreu e em sua homenagem foi construída uma estátua representando um gato sentado sobre as patas traseiras, segurando uma moeda de ouro com uma pata e com a outra convidando para adprá-lo.
Segunda: Havia um templo em decadência há mais de 800 anos. O monge responsável pelo local, segundo contam, conversava com um gato, e lhe disse: " Que bom seria se você restaurasse o templo". O gato saiu, ficou no portão e, ao passar um ilustre samurai, começou a convidá-lo com tanta insistência, que ele acabou entrando no templo. Enquanto o samurai conversava com o monge, caiu um temporal de granizo e uma forte chuva. Ele viu, então, que se tivesse continuado a viagem, talvez estivesse morto. Por isso, muito se contentou com o gato e tornou aquele templo um dos principais do país.
Terceira: Um monge queria entrar no banheiro, mas seu gato não queria deixá-lo passar de jeito nenhum. Por isso, um de seus discípulos se enfureceu e lhe cortou a cabeça, mas esta rolou para baixo do banheiro e mordeu o pescoço de uma enorme cobra, que estava escondida. O monge reconheceu que o gato tinha lhe salvado a vida, arrependeu-se de sua morte e o cultuou fervorosamente.
Todas essas crenças acabaram por transformar o gato num amuleto da sorte. As pessoas o usam para trazer ainda prosperidade, colheita abundante, proteção e até como cofre. O gato também está nas lendas egípcias, considerado símbolo de paciência, desejo e liberdade.
2º crença:
O Cavalo de Buda
O festival "O-bom", realizado nas regiões ao Norte do Monte Fuji, no mês de julho, e nas regiões ao Sul do monte no mês de agosto, é uma tradição budista dedicada a celebrar os mortos, uma espécie de Dia de Finados, pois acredita-se que os espíritos dos mortos fiquem perdidos e sofrendo, caso não sejam venerados ou não sejam realizadas cerimônias por eles.
Neste período, as pessoas preparam cavalos de berinjela e pepino, e os enfeitam em frente à porta de entrada da casa ou no portão, para que os ancestrais possam voltar para suas famílias.
Alguns religiosos acreditam que o Buda venha montado no cavalo de berinjela e volte montado no pepino. Em outras regiões acredita-se que os espíritos malignos, ao encontrarem nos portãos da casa os cavalos, saiam montados neles.
Normalmente, os japoneses que acreditam nessa história fazem pedidos aos cavalos, para que ao voltarem para o espaço, onde estão as constelações, possam depositá-los no local onde estão todos os pedidos das pessoas.
No O-bom, os japoneses que moram fora de seus estados voltam para sua cidade-natal, para visitarem seus familiares.À noite, todos costumam acender lanternas de papel, para guiarem os espíritos dos mortos, devido à crença do retorno deles nesse dia. Festejam com muita bebida alcoólica e realizam a dança "bon-odori".
As Lanternas são depositadas nos rios, para serem levadas pela correnteza. Nas cidades onde não há rios por perto, são acesas pequenas fogueiras nas entradas das casas, ou nos portões, para que os espíritos dos ancestrais, quando olharem do céu para a Terra, possam saber onde ficam suas casas.
Nem todas as famílias fazem esse ritual, mas somente as casas que possuem o "butsudan", altar budista, herdado de gerações anteriores.
Ah, eu não achei foto do cavalinho de berinjela(ou pepino) no google =/, eu até desenhei mas o meu celular fiko de fogo e não tava querendo passar a foto pro pc T-T. Maas se vc quiser ter uma idéia de como éh só assaltar a geladeira de madrugada (de preferência quando sua mamãe tiver dormindo) e pegar uma berinjela ou um pepino e por palitos de dentes, formando as patas, rabo e orelhas do cavalo xD então é isso amores ^^
Kissus ~
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
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